Revista Classic Rock, descreveu algumas músicas do novo álbum “Hail To The King”

A revista Classic Rock, descreveu algumas das músicas do novo álbum do Avenged Sevenfold, “Hail To The King“, falando seus pontos mais fortes. Você pode conferir a página da revista disponibilizada pelo site deathbatnews. Segue abaixo a matéria :

“Ninguém fica grande no marketing como o Avenged Sevenfold. Já nos últimos anos são oito milhões de álbuns vendidos, príncipes do Metal do Sul da califórnia ainda não estão no nível de Metallica ou Limp Bizkit, mas tem uma forte pretensão de ser a maior banda de hard rock americana do século 21. Sucesso comercial, inevitavelmente ganhou acusações de trair suas origens metalcore. E é tão cedo para dizer que o vocalista M. Shadows ainda tem que encontrar uma voz única, enquanto escolhem a partir do nu-metal, thrash, hardcore, gothrock e até mesmo emo.

Em seu sexto álbum, o A7X optou por transformar esta força, abrangendo uma multiplicidade com arrogância confiante. Como seu último lançamento, o “Nightmare” de 2010, “Hail To The King” foi produzido por Mike Elizondo, do veterano estúdio de Los Angeles cujo histórico incluem Jay-Z, Eminem e Alanis Morrissete. Ele tem o poder, a escuridão e testosterona. Mas também contém algumas músicas de pop-metal lento como o “Crimson Fire“, onde A7X chega próximo a uma balada (musical, lenta). Puristas da velha guarda vão odiá-lá. Bom.
Enquanto o poder acorda em “Doing Time” fazendo voltar para as suas raízes no metalcore, até o agressivo hino “This Means War” que é uma das muitas faixas em que se compara com Metallica. A faixa – título e single (“Hail To The King“) foi feita para as multidões na adrenalina dos shows, seu thrash melódico em solos de guitarra rasgados e rápidos em uma guerra percussiva com o refrão. Enquanto isso, “Shepherd Of Fire” combina os chifres do diabo em um metal pesado, batidas de sinos, acordes sinistros e uma letra faustiana : “Eu posso te prometer o paraíso, não há necessidade de servir de joelhos”.
Um casal de contrapeso marca a segunda metade do álbum, mas o controle de qualidade é alto. Os melhores músicas são as mais bombásticas, onde A7X esquece de apaziguar esnobes gêneros  e realmente faz em excesso o rock’n’roll de bar. A peça central é “Requiem“, que combina rasgados cantos latinos, arpejos e riffs sinuosos em gritos de filmes de terror numa ópera de rock. O poder em “Planets” leva cataclismo iminente intergaláctico como tema, esmagou o distópico de ficção científica pisoteado pelo Metal com o pé maior do que a estrela da morte.
O apocalipse se aproxima novamente no “Acid Rain“, uma climática balada orquestral cujo piano é baseada em brutalidade e romantismo, toda letra se aproxima mais de Muse do que qualquer ascendência do metal. Por trás da armadura arrogante e machista, os riffs tocados parecem esconder o romantismo do Avenged Sevenfold que parecem estar fechados no coração. Quem sabe?…”


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