M. Shadows foi entrevistado pela Revolver Magazine para falar sobre Hail to the King: Deathbat

mshadows

 

“Avenged Sevenfold’s Insane New Video Game” – O jogo Hail to the King: Deathbat é destaque na edição de Agosto/Setembro da Revolver Magazine, que disponibilizou um pequeno trecho da entrevista exclusiva com M. Shadows onde ele fala mais detalhes sobre a ideia e desenvolvimento por trás do jogo, sobre a banda participar ativamente de todo projeto e o que ele reserva :

CLIQUE AQUI E CONFIRA ALGUNS  DOS DETALHES REVELADOS SOBRE O JOGO

Revolver : Hail to the King: Deathbat parece muito mais complicado do que os típicos jogos ‘shoot em up’ ou ‘hack and slay’ (termos utilizados para subgênero ou jogabilidade em games de ação) para celulares.

M. Shadows : “Sim, essa é a grande razão pela qual eu queria ir para San Francisco, me reunir cara a cara com as pessoas e colocar o jogo em suas mãos. É um grande jogo para a plataformas móveis. Nós estamos fazendo um jogo de console, e ajustando o quanto podemos para telefones e outros dispositivos avançados. Na verdade, estamos tentando contar uma história com o nosso jogo. E é algo que nenhuma banda jamais fez antes.

Nós queríamos fazer isso para dispositivos móveis, porque a maioria das pessoas tem smarth phones, por isso esta é uma maneira de colocar uma boa história nas mãos das pessoas. Quando você faz um console triple-A (Anti-aircraft artillery, Adopt-An-Alleyway e Alberta Association of Architects) para jogos, o desenvolvimento pode levar cinco ou seis anos e custar cerca de 200 milhões de dólares, e nós não queremos só colocar nosso nome em algo e ter as pessoas que investiram dinheiro nos dizendo como o jogo vai acabar.

Algo como isso, financiamos ele por nossa conta, desenvolvemos por nossa conta, estamos lançado por nossa conta, e nós temos controle total sobre ele. Tudo o que está no jogo foi de nossa parte, e fazer um jogo para celulares nos permitiu fazer isso.”

Revolver : Como você descreveria o conceito básico por trás do jogo?

M Shadows : “Você vai basicamente sair lutando com todos esses demônios que tomaram o seu mundo e mataram o seu povo. É um jogo de ação/aventura, que segue as linhas de (Legends of ) Zelda e Gauntlet. Tem muita referencia ao old-school, um olhar para as pessoas da minha geração que cresceram com Nintendos antigos e cartuchos de jogos – mas ele também tem um sabor new-school. Foram gravadas oito músicas para os níveis, que são todos referentes a tons 8 bits, tipo de música do Castlevania.”

Revolver : Este não é o tipo de coisa que você lançaria em um álbum do Avenged Sevenfold, certo?

M Shadows : “É um gênero completamente diferente de música – é como neoclássica, mas com som de 8 bits. Mas você também pode lutar nos cenários reais de “Nightmare”, “Afterlife”, ou “A Little Piece of Heaven”, dependendo de qual nível você está. E nós construímos mundos em torno de algumas das nossas melhores canções. Por exemplo, há um nível chamado de “Bat Country”, que é como esse deserto com cavernas, e quando você luta contra o Bat King, toca “Bat Country”. Você pode jogar com os personagens da banda, se você quiser, e também temos outros personagens com quem você vai estar falando durante todo o jogo. Como há um fã de Avenged Sevenfold em um dos níveis que fala com você. Quando você está fazendo um mundo virtual como este, você pode fazer basicamente o que quiser, então nos divertimos um pouco com ele.”

Créditos : @A7XMEMES / A7XES


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