M Shadows foi entrevistado pelo portal That’s Shanghai

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O Avenged Sevenfold Inicia sua turnê asiática nessa Quinta (08), passando pelo extremo oriente em cidades como Pequim e Xangai. Antes da passagem da banda pela China, M Shadows foi entrevistado pelo portal That’s Shanghai para falar sobre o show na cidade de Xangai, a carreira da banda e os planos para o novo álbum do Avenged Sevenfold, previsto para ser lançado em 2016, que pretende voltar as raízes de discos anteriores:

Definidos por muitos como “a próxima grande banda de metal”, o último álbum do Avenged Sevenfold, Hail to the king, liderou as paradas em seis países, enquanto o quinteto californiano estabeleceu novos recordes de público no comando do Mayhem Festival do verão passado ao lado do Korn. O vocalista M. Shadows recentemente levou os fãs à loucura, anunciando planos para trabalhar em seu sétimo álbum no verão. Mas primeiro, a banda fará sua primeira turnê no continente, parando na Mixing Room em 9 de janeiro.
 “Honestamente, nós não sabemos o que esperar”, admite Shadows. “Fomos para o Sudeste Asiático algumas vezes e nossos fãs lá são incríveis. Quando tivemos a oportunidade de vir para a China, nós estávamos realmente animados, mas nós simplesmente não sabíamos se alguém tinha ouvido falar da gente por lá.”
 “Estamos indo ver o país, porque temos ouvido que é muito bonito. Se tivermos fãs lá, estamos realmente animados para tocar para eles.”
 Os shows do Continente lançam a primeira turnê asiática da banda em três anos, e será a primeira performance ao vivo em quatro meses. Shadows admite estar um pouco nervoso, mas está animado com a oportunidade rara de tocar em clubes.
 “Vai ser divertido tocar em lugares menores”, diz ele. “As músicas ficaram mais potentes de tocar ao vivo desde a primeira vez que tocamos na China, estaremos tocando coisas de todos os nossos discos.”
 O show reservado vai ser exclusivo para um grupo que há muito tempo se formou em estádios e festivais, com shows recentes de alto perfil no Rock in Rio e Wembley Arena, em Londres. Lançado em 2013, Hail to the King foi seu segundo álbum número 1 na americana, com a música título no topo das paradas de rock da Billboard por 11 semanas.
 No entanto, o seu som com grooves mais segmentados, um aceno para as lendas do rock clássico e inspirações de metal como Black Sabbath e Led Zeppelin, inspiraram os críticos a questionar as credenciais do metal do Avenged Sevenfold.
 “Eu não presto atenção nisso”, Shadows suspira. “O que não ser metal o bastante significa mesmo?”
 Sua incredulidade é compreensível, considerando os 16 anos de história do Avenged Sevenfold. Na época em que Seth Cohen da TV foi exaltado as virtudes das bandas de indie rock como Death Cab for Cutie no The OC, a banda Huntington Beach estavam aperfeiçoando um som metalcore rígido.
 Enquanto ainda eram estudantes do colegial, eles lançaram seu álbum de estréia, Sounding the Seventh Trumpet, em uma pequena gravadora independente em 2001, vendendo 300 cópias em sua primeira semana, o primeiro em vendas globais do grupo que já ultrapassa mais de 10 milhões.
 As constantes turnês e consagração de seu segundo álbum, Waking the Fallen, levou a um convite para se juntar a Vans Warped Tour. Shadows chamou de um ponto decisivo para a banda.
 “Na época, nós éramos o único grupo de metal sobre toda uma cena punk, lembra ele. “Isso ajudou a nos destacar.”
Desde então tem sido uma subida aparentemente interminável ao topo. Sua estreia em grande selo, City of Evil, foi sua descoberta mainstream. Pesado o suficiente para ser incluído na lista dos 100 Grandes Discos com Guitarra da Guitar World, a banda diminuiu seus gritos e teve hits como “Bat Country”. A banda memoravelmente surpreendeu estrelas do pop como Rihanna, Chris Brown e James Blunt por ganhar o MTV Video Music Awards de 2006.
 Agora a banda é grande o suficiente para serem capazes de lançar jogos móveis estrelado por seu logo e mascote, Deathbat. Firmemente no topo da comercial do metal, Shadows dispreza qualquer noção de que isto motiva a banda, dizendo “com a indústria da música no momento, não precisamos nos preocupar com venda de discos e toda essa besteira.”
 Com os fãs especulando sobre próxima direção do Avenged Sevenfold, Shadows admite que é difícil prever algo com as sessões de composição previsto para alguns meses. No entanto, ele imagina que será mais parecido com discos anteriores, como Waking the Fallen, que foi reeditado no ano passado para o seu 10º aniversário.
“Cada um de nossos discos tende a ser o oposto do último”, observa ele. “Com Hail to the King, estávamos mais interessados em grooves e em mantê-lo simples. Estou ansioso para ouvir o quão louco e selvagem irá ser.”

 O Avenged Sevenfold começa sua tour asiática na China, passando por  Pequim (08) e Xangai (09), e seguido com shows na Coréia do Sul, Hong Kong, Taipei, Jacarta, Bangkok, Kuala Lumpur e Singapura.


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