Arin Ilejay revelou como chegou ao Avenged Sevenfold

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Entrevistado pela Modern Drummer, o baterista Arin Ilejay (atual Islander) revelou como conseguiu chegar as audições para escolha do novo bateristas do Avenged Sevenfold, organizado após a ruptura  da banda com Mike Portnoy no fim de 2010.

MD: Como você se envolveu com a audição do Avenged Sevenfold?

Arin: Quando eu havia gravado o Shout the Truth com o Confide, nosso produtor, Cameron Webb, me encorajou a chamar um técnico de bateria, e ele me recomendou Mike Fasano. Ele deu suporte para mim nesse disco e me ensinou um monte de técnicas legais que eu ainda uso hoje.

Quando eu sai do Confide, Mike e eu não mantivemos mais contato. Mas um ano depois no meu tempo com a TRX (Cymbals), ele me ligou e perguntou o que eu estava fazendo. Aparentemente, ele estava realmente satisfeito como eu tocava e esse tipo de coisa despertava nele. Ele disse: “Pensa alguma vez em cair na estrada de novo?” Eu disse: “Na verdade não. Estou tentando voltar as raízes e permanecer em casa.” Ele disse: “Tudo bem, mas eu conheço uma banda que está fazendo testes para bateristas.” Ele estava tentando me encorajar a voltar para a estrada e voltar a tocar, mas eu tinha o TRX e minha namorada na época, então eu disse: “Eu realmente não posso fazer isso, mas eu agradeço a ligação.”

No ano seguinte Mike me enviou um texto e disse: “Como vai? Eu sei que você não quer fazer uma turnê e eu estou tentando chegar a outros caras, mas eles não estão me retornando, então eu vou incomodar você. Mantenha isso em segredo, mas você está interessado em fazer audições para o Avenged Sevenfold?.” Eu estava na casa do meu amigo e tive que caminhar por seu bairro, até mesmo para processar a coisa toda! [Risos] Eu já era um fã da banda – depois de escutar “Unholy Confessions” e praticar com o Waking the Fallen, Jimmy “The Rev” Sullivan se tornou um dos meus bateristas favoritos. Eu tive que aprender a fazer todas essas coisas loucas que ele esteve escrevendo.

Então eu pensei sobre isso, chamei Mike e disse: “Eu posso tentar.” Se houve alguma vez uma razão pela qual eu deixaria tudo o que eu tinha trabalhado para trás, acho que o Avenged Sevenfold foi grande o suficiente! Mike é como um irmão mais velho para mim. Ele não apenas deixou o texto como depois me conectou com a banda, ele realmente me puxou de lado e se certificou de que eu tinha o meu equipamento em ordem e tinha um lugar para praticar. Ele disse: “Se você conseguir isso, terá que sair do seu trabalho agora e começar a praticar.”

 Fora do Avenged Sevenfold desde julho do ano passado, o baterista segue em turnê com o novo disco de sua banda até outubro deste ano.


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